 |
|
|
Digitando, ouvindo e torcendo

Como o relatório que devo enviar para o CNPq até o final do mês me ocupa quase todo o tempo [só paro mesmo para a fisioterapia e os exercícios, além das refeições], "ouço na TV" [os olhos ficam no notebook] as Olimpíadas de Atenas 2004.
O judô deu o que tinha que dar: 2 bronzes. O boxe se foi; levamos "ferro". No handball masculino, jogaremos mais uma, apenas para cumprir tabela. Na água, algumas revelações, muitas promessas para Pequim 2008 e nenhuma medalha. Acho que nos saltos, nas piscina, não iremos longe - Juliana Veloso deve "cair pelas plataformas" hoje ainda. O vôlei segue o caminho "de ouro", embora no de praia as chances de medalhas se tornaram menores: quem não sonhou com uma final entre as duplas brasileiras, no feminino e no masculino? Na vela, parece que a primeira medalha de ouro vem para a "nossa onda". Agora começa o atletismo. Jarbas (foto) já passou para nova etapa. É hora de torcer de novo. E contar com essa gente bronzeada para mostrar o nosso valor. Ah! Tem Daiane dos Santos ainda.
Escrito por Simão Pedro às 09h35
[ envie esta mensagem ]
|
O choro na derrota

Carlos Honorato, o nosso "ex-futuro medalhista de ouro" em Atenas-2004, falou muito antes do "pega prá capar". Depois, derrotado, chorou muito mais do que falou. Acho que o Brasil esquecerá o que ele disse antes de ir para as Olímpiadas 2004, não se lembrará de toda aquela "fanfarronice". Com a alma boa que tem, o brasileiro se lembrará apenas das lágrimas de Honorato. Mas acho que é por isso mesmo que vale a pena ser brasileiro.
Escrito por Simão Pedro às 21h37
[ envie esta mensagem ]
|
Tie-break , de novo

De novo, Itália. De novo, "tie-break". Parece que o destino agora só nos reserva isso. Com menos sofrimento [hoje acabou no 15], o Brasil, por suas meninas, chegou lá. De novo, Brasil. Isso é o que importa.
Escrito por Simão Pedro às 21h31
[ envie esta mensagem ]
|
Sofrendo. E testando o coração.
Hoje, assisti, mais ouvindo do que vendo [estava na frente do notebook, escrevendo relatório de pesquisa para o CNPq], o jogo de vôlei masculino entre Brasil e Itália. Segundo a minha "dona", esse jogo serviu mesmo foi para teste das minhas coronárias.
Mas eu pergunto: "33 X 31 num tie-break de vôlei, que deve durar 15 pontos, não seria teste de coração para qualquer um que estivesse torcendo para qualquer um dos dois times?"
E ainda tenho que lembrar que amanhã teremos Brasil X Itália, de novo, no vôlei feminino. Ufa ... sofre, coração.
Escrito por Simão Pedro às 18h51
[ envie esta mensagem ]
|
o segundo bronze
No famoso "jeitinho" brasileiro, ainda nada conseguimos.
Mas na "porrada", essa gente "bronzeada" está mostrando o seu valor.
Prá frente, Brasil, zil, zil.
Escrito por Simão Pedro às 16h16
[ envie esta mensagem ]
|
Bronze em Atenas
Como diz o Zé Simão, na Folha de SP [http://www1.uol.com.br/cgi-bin/josesimao/gerasimao.cgi], "bronze a gente pega em Ipanema". Certamente, praia por praia, Ipanema é melhor do que Atenas, onde há pedra em lugar de areia.
Mas o bronze no judô é muito bem-vindo. É a primeira de certamente poucas medalhas que virão. Mas continuo torcendo. Afinal de contas, brasileiro não desiste. Não é o que estão dizendo?
Escrito por Simão Pedro às 07h28
[ envie esta mensagem ]
|
Sofrendo

Ser brasileiro é não desistir jamais.
E principalmente não desistir de torcer, como hoje no sofrimento que a nossa equipe de vôlei masculino nos arrumou no primeiro set do jogo contra a Austrália, país de excepecionais nadadores.
Haja coração, caramba. E foi só o primeiro jogo, contra uma seleção da qual ninguém ouvia falar nos últimos tempo. 3 X 1, quando esperávamos 3 X 0. Mas o que importa é que vencemos.
E vamos preparar o coração para sofrer mais, quando vier pedreira.
Escrito por Simão Pedro às 19h51
[ envie esta mensagem ]
|
 |
| [ ver mensagens anteriores ] |
|
 |


|
 |