Netizen


Bloguinho - novo personagem de histórias em quadrinhos

Deu na Folha de SP, em 14/12:

As histórias em quadrinhos para crianças estão se adaptando aos tempos internéticos.
O cartunista Maurício de Sousa, 69, o "pai" de Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali, criou mais um integrante para a turma: Bloguinho, um garoto fissurado por internet.
Sousa costuma criar personagens baseados em pessoas que fazem ou fizeram parte de sua vida. Desta vez, foi uma situação vivida com os filhos que deu origem ao personagem: "Comecei a receber e-mails com textos estranhos e precisava ligar para eles e perguntar: "O que é isso?". Essa é a linguagem do Bloguinho", diz Sousa.
Além do visual (com o cabelo em forma de @), a novidade do personagem é a sua fala. Os balões vêm com textos em internetês, escritos na grafia normalmente usada em salas de bate-papo, e-mails informais e comunicadores instantâneos ("você", por exemplo, é substituído por "vc").
"Os jovens desenvolveram uma nova linguagem, que é mais prática. Em documentos formais, ainda será necessário usar a norma culta do português, mas, em textos informais, eles vão escrever dessa forma mesmo. Eu mesmo, de repente, me dei conta que isso é contagioso, já estou escrevendo desse jeito", afirma o desenhista.
Para justificar a criação do personagem, Sousa explica que orienta os roteiristas a sempre retratarem o que está acontecendo no mundo: "A Turma da Mônica não levanta bandeiras. A intenção é fazer histórias dentro da realidade vivida pelos leitores
".

 



Escrito por Simão Pedro às 10h01
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Ontem

Ontem foi, de novo, dia de banca. Dessa vez uma orientanda minha, a última da minha turma que ingressou no Mestrado em Educação [http://www3.pucminas.br/cursos/mestrado.php?tipo=5&menu=947&cabecalho=1&lateral=1&curso=139] em 2002.

Patrícia acompanhou um projeto de informática no curso de Pedagogia, da Faculdade de Educação [http://www.uemg.br/fae/fae.htm] da UEMG [http://www.uemg.br].

Na banca, Heitor, do CEFET, e Wolney, do nosso Programa.

Dissertação aprovada, sugestão de publicação dos resultados. Dever cumprido, dela, Patrícia, e meu.

Assim que a dissertação estiver disponível na Biblioteca Virtual da PUC, colocarei aqui o link.

E com a defesa da Patrícia, completei a turma de 2002: todos defenderam. Agora só me restam 4 orientandos. Se bem que em março devem entrar mais dois.

 



Escrito por Simão Pedro às 13h19
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Anteontem

Quarta passada foi dia de banca, da Margarida, orientanda do Wolney.
O tema? Educação ambiental em curso de turismo.
Não sei se fui convidado por ser biólogo, por ter filha que faz curso de Turismo ou por viajar muito. Disse isso a Margarida.
Mas foi uma honra estar na banca e uma oportunidade de rever amigos.
Na banca um ex-aluno meu, Bernardo, hoje professor da UFMG.
Na platéia, ex-colega no Ginásio Operário Rufino, da CNEG, onde tive meu primeiro contrato de professor assinado na carteira de trabalho.
E no final, mais uma mestra do nosso Programa.



Escrito por Simão Pedro às 13h18
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Voltando a BHZ

Ontem foi o dia do caminho de volta à casa.

Uma folga na manhã, para acompanhar Preta numas compras, aquelas lembrancinhas das quais não se pode esquecer.

 

Mas antes um passeio pela praia de Pajuçara, onde estão as "piscinas naturais" de corais e as jangadas.

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 

De lá, acabamos numa "atração turística" que tem a mesma cara em qualquer lugar do mundo: shopping-center.  Lá em Maceió, só existe um, o Iguatemi.

E Preta fez questão de experimentar milk-shake de ovomaltine, o "su" naquela região. Como era experiência, a opção foi pelo menor copo, 300 ml. Deve ter tomado 30 ml, 50 ml no máximo; detestou. O sorriso foi só para a foto.

 

Depois, volta rápida ao hotel, acabar de ajeitar as malas e direto para o Aeroporto.

Vôo marcado para 14:30, tínhamos que estar no aeroporto às 13:30. Chegamos na pinta. Entrei na fila do check-in e já ouvi a chamada para o vôo. Estranhei, mas fiquei na minha. Podia ser erro.

A fila não andava; gente furava fila. Mas paciência.

Eu só queria que o check-in acontecese logo para poder usufruir a sala VIP do aeroporto: tínhamos dois convites que nos foram dados pelo professor Luis Paulo. Mas que nada de sala vip! Quando ainda estávamos no check-in, ouvimos a última chamada para o nosso vôo. Foi mesmo a conta de correr e embarcar. Mineiro não perde trem, mas se bobear perde vôo em Maceió.

E começamos a voar de volta. De novo, nos braços da TAM, mas dessa vez sem Brasília. De Maceió a Aracaju, de lá para Salvador e da capital da Bahia direto para a Pampulha.

Agora é esperar março de 2005. Já fui convidado para duas bancas lá. Será bom voltar, principalmente se a Preta for comigo



Escrito por Simão Pedro às 12h17
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Sábado em Maceió

Sábado em Maceió. Dia cheio, blog longo.

Dever cumprido na UFAL, agora era hora de aproveitar o sábado de folga. Uma tomada de fôlego para volta do trabalho na 2a.

O sábado começou de forma inusitada. Fomos, eu e Preta, padrinhos de batismo de Camila. Nos pegaram no hotel às 7:45. O batizado foi numa igreja na Ponta Verde.

Depois, passada rápida no hotel para tirar a "roupa de ver Deus" e, com Camila e Marconnes, o noivo, fomos conhecer algumas praias em Maceió.

 

Primeiro, a praia do Francês. Passagem rápida, servindo mesmo para dizer que conhecemos. Servu mesmo para um papo no futuro; quando nos perguntarem se conhecemos a Praia do Francês em Maceió, diremos que sim.

Praia muito cheia de gente, exatinho do jeito que não gosto; se bem que não gosto de praia, qualquer uma.

 

 

 

 

 

Depois, um pouco mais de estrada para chegarmos à famosa praia do Gunga. Um pouco mais distante, praia "menos turista", bonita de verdade.

A praia está numa fazenda que "cria" côco. Atravessamos a fazenda e chegamos às areias, não tão escaldantes já que existe muita sombra.

 

 

Eu, como não gosto de sol, areia e outras coisas de praia [digo que se dependesse de mim, colocavam piso de cerâmica, teto, ar condicionado e vidro fumê em todas as praias do Brasil], catei logo uma sombra, uma caixa com cerveja e pronto. fiz meu dia. Preta foi se esparramar nas areias da praia do Gunga.

 

Sacolas arrumadas, conta paga, fomos ao mirante, ver a praia do Gunga do alto.
E a foto que saiu foi daquelas "bem turistas".

 

 

Da Praia do Gunda para a Lagoa da Manguaba, na Massagueira. Almoço, quase janta, no Bar do Pato.

 

 

 

 

 

 

 

E de noite, depois de muita cerveja, tira-gosto e do "ajantarado" ainda tinha o jantar com o qual o pessoal da UFAL me homenageou.

Fomos ao Divina Gula, um restaurante de comida mineiro e de mineiros [o casal proprietário é de Sabinópolis]. Uma casa muito agradável, com uma decoração muito interessante. Casa cheia no sábado à noite. E uma cachaçaria da boa. Até com a velha Havana, a R$ 23 a dos'; o que é dose.

 

 

 

Eu e minha mulher fomos de picadindo da vaca doida, um prato especial. Que valeu até prato de barro de lembrança. 

 



Escrito por Simão Pedro às 19h24
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