Netizen


Pobre Galo

Galo


Amanhã o Galo enfrenta o Urubu.
O triste é saber que qualquer que seja o resultado, o Galo permanecerá na faixa dos "rebaixáveis".
Na melhor das hipóteses, continuaremos como penúltimo colocados.
Isso dói na torcida. Será que não dói na diretoria?
Dos jogadores não posso esperar a dor. Eles estão ali por dinheiro.

A imagem é de sépia.arte e estética



Escrito por Simão Pedro às 19h27
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A coisa tá ficando prá lá de feia ....

A coisa está ficando feia, muito feia. Do jeito que a coisa vai, Lula e sua turma terão mesmo que cortar na própria carne.
E corremos o risco de ter um novo herói brasileiro: Bob Jefferson.
Aos poucos a verdade vai aparecendo. Aos poucos, se revelam como verdadeiras as denúncias do ex-collorido. 
O fato novo do dia: o "Careca", aquele mesmo que Bob trouxe para o "baile da Estrela Vermelha", com quem o PT nada teria, avalisou e pagou dívidas do partido de Lula junto ao Banco Real.
O que parece é que Bob, ao final, não está se revelando o grande mentiroso nesse mar de lama que invade o Planalto Central.
Basta ver a que para mim é a grande notícia do sábado. 

Delúbio admite que Valério pagou parte de dívida do PT

Genoíno e LulaO publicitário Marcos Valério Fernandes de Souza, apontado como um dos operadores do pagamento de mesadas a parlamentares da base aliada do governo, foi avalista de um empréstimo para o Partido dos Trabalhadores e virou seu credor após o partido não honrar um pagamento, admitiu neste sábado o tesoureiro do PT, Delúbio Soares.
O empréstimo, noticiado por reportagem publicada pela revista Veja desta semana, foi de 2,4 milhões de reais. Entre os avalistas, revela a revista que cita como base documentos do Banco Central, aparecem Genoino, o tesoureiro do partido, Delúbio Soares e Valério.
Em entrevista à Veja, Genoino disse que Valério "nunca foi avalista do PT." No sábado pela manhã, porém, num evento em São Paulo, se ele corrigiu.
"Quero informar que dei uma informação equivocada para a Veja porque eu recebi da secretaria de finanças (do PT) a informação de que o Marcos Valério não era avalista de nenhum empréstimo do PT", disse o presidente do partido a jornalistas. "O empréstimo foi feito por orientação do Delúbio Soares e ele vai falar sobre esse assunto com nota e documentos logo mais."
No final da tarde de sábado, em nota no site do PT, Delúbio admitiu ter passado informação incompleta ao presidente do partido "e, portanto, equivocada", alegando que ao ser perguntado por Genoino sobre avais de empréstimos do PT se ateve a operações celebradas com o Banco Rural, "até então mencionadas pela imprensa nas últimas semanas", afirmou em nota.
Delúbio contou que no início de 2003 o PT precisou de recursos para honrar compromissos e fez empréstimo no Banco de Minas Gerais (BMG) no valor de 2,4 milhões de reais, que seriam pagos em julho do mesmo ano.
O banco exigiu três avalistas incluindo os dirigentes que assinavam pelo partido, Delúbio e Genoíno, explicou o tesoureiro do PT, que recorreu também a Marcos Valério por este ter o patrimônio exigido pelo BMG.
O PT não conseguiu pagar as obrigações do empréstimo e rolou a dívida, se comprometendo a pagar em 1o de julho de 2004 juros no valor de 349,9 mil reais, que também não foram pagos.
"Em razão de sua responsabilidade como avalista, Marcos Valério Fernandes de Souza realizou esse pagamento ao banco, ficando credor dessa importância junto ao PT", disse Delúbio na nota, afirmando que na segunda-feira o PT solicitará ao BMG todos os extratos referentes à operação.
Genoino havia dito mais cedo que o empréstimo foi feito em fevereiro de 2003, "na fase de transição do PT de 2002 para 2003, onde não tinham ainda crescido as bancadas, o fundo partidário..."
O senador Eduardo Suplicy - que assim como Genoino e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, participou de encontro do Foro de São Paulo  - considerou que a revelação sobre o empréstimo é "séria e grave" e que é preciso ouvir Genoino e Soares.
"É perfeitamente possível que o Partido dos Trabalhadores faça um empréstimo. Agora, é necessário saber por que razão, por que houve, por que se solicitou isso."
Valério foi apontado pelo deputado Roberto Jefferson (PTB) como um dos operadores do pagamento de mesadas a deputados do PP e do PL, pelo PT, em troca de apoio ao governo.
O publicitário tem depoimento marcado na próxima quarta-feira na CPI dos Correios.

Da Reuters, pelo UOL [http://noticias.uol.com.br/ultnot/2005/07/02/ult27u49817.jhtm]



Escrito por Simão Pedro às 19h14
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Riquezas

  Money

Era uma vez um homem pobre, mas pobre, tão pobre, que só tinha dinheiro.



Escrito por Simão Pedro às 19h08
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País de Pinóquios

PinóquioBob Jefferson, o aliado a quem Lula daria cheque em branco, falou em mensalão, compra de passe de deputados, caixa 2 nas campanhas. Contou um monte de coisas, trazendo à tona um mar de lama.
Ê tudo mentira, disseram petistas e aliados.
Bob Jefferson, o "cantor" que anda empolgando multidões, gritou "Zé, sai daí, rápido".  E Zé saiu, se foi, dois dias depois.
E na Câmara Zé disse que tudo que Bob dizia era mentira.
Bob, de novo, sempre ele, contou de um "bolo" produzido em Furnas e distribuindo a alguns "comensais". No mesmo dia, Lula exonerou diretores da estatal.
E Delúbio "Mensaleiro" Soares, chorando, disse que tudo que está nas capas de jornais e revistas é mentira.
Que alguém está mentindo, é certo.
E algumas perguntas ficam esquentando a nossa cuca.
Mas quem, afinal, está mentindo?
Por quê o pessoal do Governo do PT anda reagindo tão prontamente - saindo ou tirando gente - às acusações e denúncias de alguém que, apesar de aliado, dizem ser mentiroso?
Que tem Pinóchio no esquema, no mais novo escândalo desse país estrelado, tem. Resta saber quem é, ou quem são.



Escrito por Simão Pedro às 14h04
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"Delírio" Soares

Delúbio choraOntem, aos prantos, o tesoureiro nacional do PT, acusou veículos de imprensa, como a Folha, o Estadão e a Veja, de planejarem depor Lula, de buscarem seu impeachment.
Com olhos cheios de lágrimas - lágrimas de crocodilo, penso - o acusado pelo aliado Roberto Jefferson de ser o responsável pelo "mensalão" de deputados, afirmou que a direita, os conservadores querem destruir o projeto político que o PT desenvolveu para o país.
Fiquei a pensar - se existiu um projeto político do PT para o Brasil, ele já foi abandonado há muito pelo Governo Lula. Se existiu de fato um prjeto, hoje é letra morta.
As ações do Governo Lula, que culminaram em aumento do número de milionários no Brasil, pagamento de juros exorbitantes, permitindo aos banqueiros ganharem dinheiro como jamais ganharam antes, mostram que o que se faz - e é a única coisa que o Governo "dos trabalhadores" faz, além de provocar CPI - é apenas reprisar a política econômica de FHC, uma herança que os próprios petistas chamam de maldita.
Que projeto tem um governo que coloca velhinhos em filas nas ruas para provarem que estão vivos, num recasdramento de aposentadorias, que edita medida provisória, por enquanto derrubada pelo STF, que dificulta ao pobre povo brasileiro - que não recebe sequer "mensalinho", que vive do "suadão" - o recebimento de auxílio-doença do INSS?
Pois se essas ações reflete o tal projeto ao qual se refere Delúbio, todos nesse país, do Oiapoque ao Chuí, deveriam estar querendo derrubá-lo, não só a direita e os conservadores.
Não posso acreditar que o homem do dinheiro do PT - e sabe-se lá de quem mais - ache que é verdade o que afirmou ontem no encontro de sindicalistas em Goiânia.
Aliás, o que fez Delúbio foi insistir numa surrada tese que, pelo que percebo, já foi abandonada pelos seus companheiros e camaradas.
Para mim, o que se viu ontem foi uma grande interpretação, mostrando que Roberto Jefferson não é o único ator nessa ópera bufa do Mensalão que está em exibição no "Teatro Planalto Central".
Se de fato acredita no que disse, o tesoureiro do PT faz por merecer ser chamado de "Delírio Soares".
 
A foto é de Nilo Bueno, do Diário da Manhã.


Escrito por Simão Pedro às 13h30
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Computadores na escola

Seis em um é solução barata para equipar escolas

Uma só CPU serve para seis pessoas simultaneamente. Com software livre, economia é de mais de 60%

Pereira e o Six System: seis placas de vídeo (D) e seis conexões para monitores (E)

Os três estagiários da Anacont tinham de usar um único computador para consultar o andamento de processos judiciais movidos por essa entidade de defesa do consumidor do Rio de Janeiro.

Desde o início do mês, eles não precisam mais se revezar no PC para atender os 45 mil associados. Vão ainda ganhar um reforço na equipe, com mais três colegas do curso de Direito. O curioso é que todos continuarão usando um único micro - um micro com seis monitores, seis teclados e seis mouses.

Não é uma gambiarra. Trata-se de uma solução simples desenvolvida por uma empresa de Campinas (SP), a Insigne, que lançou em abril o chamado Six System. A Anacont é o quinto cliente a adquirir o produto, que recebe só elogios do presidente da associação, José Roberto de Oliveira.

"Funciona muito bem, e já estou pensando em usar outro para promover cursos no Sindicato dos Trabalhadores de Informática, onde sou diretor", diz ele.

Problemas nestas primeiras semanas de uso?

"Só tive de colocar mais um ventilador na CPU, porque nosso ar condicionado não é bom", relata Oliveira. Não travou nem ficou lento, mesmo quando os três estagiários estavam no rush das consultas, garante. E o melhor: "Gastei um terço do que eu gastaria se fosse comprar seis computadores".

Economia

A economia se deve não só à abolição de cinco CPUs, o que já representa um custo 40% a 50% menor, mas também ao fato de o Six System rodar com software livre, que não exige pagamento de licença.

No total, o que sairia por R$ 14,3 mil com seis máquinas rodando softwares proprietários sai por R$ 5,3 mil com uma rodando software livre para seis usuários. Economia de pelo menos 60%.

Como adicional, o cliente da Insigne paga mais R$ 864 por um ano de suporte técnico. É isso o que a empresa ganha neste negócio, segundo João Pereira Júnior, um dos donos.

“Damos a solução com software livre, o cliente compra o equipamento e nós vendemos o suporte”, explica.

Escolas, infocentros etc

A Anacont tem o perfil do cliente imaginado pela Insigne. Pereira, que divide com o sócio Alexandre Teixeira o comando da empresa paulista, conta que o Six System foi concebido para equipar - com orçamentos escassos - escolas, infocentros e ONGs, mas também cybercafés e empresas organizadas em "ilhas" ou estações de trabalho.

"O Metrô de São Paulo funciona assim, e já apresentei a solução para eles", conta Pereira.

Eles pensaram também em lan-houses, mas a estrutura em redes exigida nestas casas de games ainda é um obstáculo técnico, segundo o empresário - um administrador que está no mundo das tecnologias de informação e comunicação (TICs) desde o tempo em que "a informática" nasceu no Brasil, nos anos 1980.

Fora os obstáculos de rede, a CPU solitária do Six System é turbinada e adaptada o suficiente para suportar os seis usuários simultâneos sem maiores perdas de desempenho - em tarefas típicas de um micro comum, claro.

“Para ser preciso, digo que pode haver uma perda pequena de desempenho, mas não chega a 10%”, afirma Pereira.

Memória

O Six System leva uma memória de 512MB de RAM, disco rígido de 20GB, seis placas de vídeo e cinco adaptadores USB para espetar teclados e mouses.

A reportagem fez um teste rápido num Six System instalado na Insigne, em Campinas, e constatou que a navegação na internet, com banners animados e pop-ups, a execução de vídeos e arquivos de som, envio de mensagens e edição de texto, simultaneamente, não causou perda aparente de desempenho.

A "cara" dos programas também não chega a causar estranheza a quem, como 96% dos usuários brasileiros de computadores, está habituado ao padrão visual do Windows.

É a própria Insigne, com seus cerca de 20 colaboradores e funcionários da área de software, que produz o pacote de programas que rodam no Six System, e há uma preocupação no sentido de fazer uma solução amigável para o usuário.

"O Open Office tem um visual muito favorável para quem está acostumado com o Microsoft Office, ele lê arquivos ´doc´ e exporta seus arquivos para Microsoft Office, você não fica uma ilha", garante Pereira. "Com o Licq, por exemplo, você fala com o ICQ e toda a sua base de relacionamentos para mensagens instantâneas."

Software livre

O pacote de softwares do Six System vem com exatamente cem programas não-proprietários, selecionados para cobrir todas as necessidades básicas de um usuário típico atual.

O navegador de internet é o Mozilla - "que vem crescendo e fazendo frente ao Explorer, da Microsoft", afirma o empresário -, há o Acrobat Reader, leitor de arquivos PDF, o Evolution, um programa para e-mail (inclusive corporativo), organizador de contatos, calendário, lista de tarefas, previsão de tempo, resumo de notícias e outras funções, há editores de som e fotos, gravador de CDs etc.

Diversão também vem no pacote, com o Wine, que permite rodar jogos e programas do Windows no Linux.

Quick-restore

Alguns softwares acrescentam sofisticação, como o Wireless-tools (ferramentas para wireless), o Gnomemeeting, para videoconferências, o Fetchmail, para resgate remoto de e-mails, e o Xawtv, para ver e gravar programas de TV no micro. E os clientes levam um CD de quick-restore, para zerar a máquina e reinstalar tudo, caso necessário.

O Six System foi apresentado pela primeira vez em 2004, numa feira em São Paulo, mas a Insigne não conseguiu atrair fabricantes para o projeto. Em abril passado, os sócios decidiram botar a idéia na rua por conta própria, e Pereira começou um road-show pelo Brasil.

“A maior dificuldade está na resistência em relação ao software livre, mas estamos conseguindo vencê-la”, diz. Os estagiários da Anacont podem ajudar nesta tarefa.

Matéria do Estadão, em 01/07/2005 - http://www.estadao.com.br/educando/noticias/2005/jun/28/141.htm
A imagem é da matéria.

Matéria relacionada: Como é montado o Six System-  [http://www.estadao.com.br/educando/noticias/2005/jun/28/151.htm]  



Escrito por Simão Pedro às 12h36
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O Pinóquio do ABC

Podem dizer que Clóvis Rossi é tucano. Mas sua coluna ontem na Folha de São Paulo deve ser lida com atenção.

O Pinóquio da estrela vermelha

PinóquioO leitor encontrará a seguir a razão pela qual tudo o que o PT e seu governo dizem é pouco ou nada confiável. São trechos da resolução política que foi aprovada pelo 12º Encontro Nacional do partido, realizado em dezembro de 2001, na bica da campanha eleitoral.
"A centralidade do social exigirá a democratização da propriedade, com um profunda reforma urbana que garanta habitação e acesso aos serviços públicos e uma ampla reforma agrária e apoio à agricultura familiar. No campo, o fim da violência e da impunidade do latifúndio é compromisso do novo governo". Alguém viu algo parecido no governo Lula?
Mais: "Em segmentos como petróleo, energia, transporte, saneamento, bancos, onde a presença de empresas públicas ainda é relevante, ela deverá ser preservada, consolidada e AMPLIADA, em novas áreas, como na pesquisa em biotecnologia e em engenharia genética". Cadê tudo isso?
Mais: "O programa de privatizações deve ser suspenso e reavaliado, auditadas as operações já realizadas, especialmente onde existem indícios de má utilização dos recursos públicos ou negligência na preservação dos interesses nacionais".
Alguém ouviu falar?
Mais: "Com relação à dívida externa, (...) será necessário denunciar o acordo com o FMI para liberar a política econômica das restrições impostas ao crescimento e à defesa comercial do país, estabelecer mecanismos transparentes de controle sobre a entrada e a saída de capital, estimular a reinversão do investimento direto estrangeiro através da taxação das remessas de lucros e dividendos". Precisa comentar?
Detalhes nada ociosos: encontro nacional é a instituição suprema do partido e as decisões do 12º Encontro jamais foram revogadas. Autor do texto parcialmente reproduzido: Celso Daniel, assassinado no ano seguinte, crime jamais devidamente esclarecido, aliás."



Escrito por Simão Pedro às 19h57
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Mapa da Mina

Angeli, ontem na Folha de São Paulo, mostrou o "mapa da mina" dos negócios do "mensaleiro do rei", Marcos Valério.
Uma coisa eu garanto - ele não devia querer a menor publicidade de seus negócios.

charge de Angeli



Escrito por Simão Pedro às 19h54
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Pimenta nos olhos dos outros é refresco

Folha de São Paulo, 30 de junho [http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc3006200521.htm]

LulaPresidente fica irritado com governadores

"Segundo ruralistas, Lula, abatido, abriu uma brecha na audiência para criticar 'alguns' governadores, que, disse ele, querem 'jogar os problemas' para o governo federal.
'Alguns governadores não têm sido parceiros comigo. Eles precisam ser mais justos. Alguns [governadores] têm dado declarações à imprensa querendo jogar todos os problemas [da agricultura] no governo federal', disse o presidente, segundo relato de ruralistas.
Lula disse que também agia assim quando era oposição, 'em tempos de grev'". 'Quando estava no sindicato, pensava que o governo poderia resolver todos os nossos problemas
.'"



Escrito por Simão Pedro às 19h49
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E depois falam que todo banqueiro é ganancioso

Logo do Banco RuralSegundo matéria de Paulo Peixoto e Thiago Guimarães, da Agência Folha em Belo Horizonte, publicada na Folha de São Paulo de hoje, o Banco Rural aceitou 2 milhões para quitar uma dívida de 13,9 milhões da agência DNA, do "mensaleiro do Rei, Marcos Valério.
E depois vem gente dizendo que não existe banqueiro bonzinho.
Otto Lara ResendeSegundo Nelson Rodrigues, Otto Lara Resende, mineiro de São João D´El Rei, teria dito que mineiro só é solidário no câncer. Se Otto disse isso mesmo, é porque não conhecia alguns banqueiros de Minas.



Escrito por Simão Pedro às 10h27
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Um Brasil virtual, além do Brasil real

Romero JucáRomero Jucá, pelo que dizem, tem várias fazendas. Todas, pelo visto ou melhor, pelo não-visto, virtuais. E dadas em garantia de dívidas que, imagino, sejam reais.
As agências de publicidade do "mensaleiro do Rei". Marcos Valério, têm oito fazendas, também dadas em garantia de dívidas. Mas, segundo matéria da Folha de São Paulo de hoje, seriam também virtuais. Éo que está na matéria "Empresário diz que fazenda na BA não é da DNA".[http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc3006200509.htm]
Começo a desconfiar que existe um outro Brasil, um segundo andar que gente honesta não vê, mas que é Marcos Valérioo espaço para falcatruas e mais falcatruas que, ao contrário das fazendas, não são nada virtuais.
Em termos de falcatruas parece que já avançamos muito, chegando ao ciberespaço. O que mostra que para gente salafrária não existe limite.



Escrito por Simão Pedro às 10h05
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Eu só queria entender

PT


O PT, por seus dirigentes, deputados e senadores, clama aos céus que quer apurar toda a corrupção, que nada teme, blá blá blá.
Eu só gostaria então de saber por quê então tentou impedir que a CPI aprovasse, ontem, a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico do tal de Marcos Valério, o "mensaleiro do rei".



Escrito por Simão Pedro às 09h59
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Muito melhor, muy mejor

Brasil - Campeão da Copa das Confederações 

Ser campeão é muito bom; em cima da Argentina, muito, muito melhor.

4 X 1 foi muito bom; se fosse a zero, seria muito, muito melhor.

Mas cá prá nós, ver a cara de "los hermanos" recebendo "la medalla de plata", foi o melhor do dia.

La medalla de oro es de los "macaquitos".

No yores por mi Argentina, yores por ti misma.



Escrito por Simão Pedro às 18h10
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Tem boi na linha

Charge de Glauco, na Folha de São Paulo, hoje.



Escrito por Simão Pedro às 11h54
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Sobre homens e bois

Boi
Dizem em Brasília que todo o gado que Marcos Valério, o "mensaleiro do Rei", comprou, investindo mais de 20 milhões de reais, está pastando calmo e sereno nas sete fazendas de Romero Jucá.
É isso mesmo, aquelas fazendas "virtuais" dadas pelo ministro de Lula em garantia em empréstimos bancários, jamais pagos.

Escrito por Simão Pedro às 11h49
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Surreal.

Bombom SurrealÉ surreal, mas não é bombom. Acho que nenhum roteirista de Hollywood imaginaria uma trama como essa.
E parece até uma "ópera country", com boi, vaca, gente da roça. Mas soa mesmo como "ópera bufa".

Marinho, que graças a Deus não é meu parente, é flagrado recebendo 3 "milhas" de propina nos Correios.
deputado Roberto JeffersonMarinho indicado pelo Governo Lula [ou deve-se ler "Governo Zé"?], é apadrinhado de Bob Jefferson, ex-collorido e presidente do PTB, partido da base governista.
Bob Jefferson, aliado de Lula, é acusado de cobrar "mensalidade" dos Correios para abastecer o cofre do PTB.
Lula, que depois se auto-proclamou o homem mais honesto do Brasil, afirma que daria um cheque em branco a Bob Jefferson e dormiria em paz.
Lula só não disse se seria cheque do Banco Nacional. Ou seria do Banco Santos? Pode ser que Lula tivesse algum lá, como chequeparece que o PT tinha. Quem não mais tinha era o Sarney, outro aliado de Lula, que sacou tudo na véspera da intervenção do BACEN.
Bob, aquele que merece toda a confiança de Lula, depõe na Câmara e acusa Zé Dirceu e Delúbio Soares, todos do PT, de pagarem mensalão a deputados do PL e do PP. E ainda fala que Genoíno, o legítimo, prometeu 20 milhões ao PTB para campanhas, mas só entregou 4.
E, tem mais, Bob grita, avisando para Zé sair do Palácio do Planalto antes que envolva Lula no "imbróglio". 
Zé sai rápido. E diz que vai para a Câmara, onde continuará a governar o Brasil.
Bob fala num tal de Marcos Valério, amigo de Delúbio e que fala com Zé.
Marcos ValérioMarcos Valério, segundo Bob, seria o office-boy encarregado de pagar o mensalão à turma.
Uma secretária de Marcos Valério antecipa que ele fazia grandes saques em dinheiro vivo antes de viagens a Brasília.
Apurações mostram que Marcos Valério em menos de 2 anos sacou do Banco Rural, em "cash", mais de 20 milhões de reais. Disse que gastou tudo em boi, buscando se safar quando vê que "a vaca está indo pro brejo".
Marcos, o "sacador", confessa que Delúbio é seu melhor amigo, gente da roça. Diz ainda que foi várias vezes ao Palácio do Planalto, falou com assessora do Zé etc, etc, etc.
E depois vêm Lula, Zé, Genoíno e Mercadante falar em golpismo, gritar para o Brasil que a oposição está tramando para inviabilizar o Governo do PT.
Fora FHCOs petistas culpam ainda as elites, consideram-nas também golpistas. MST e UNE fazem coro.
Até agora eu não ouvi um "Fora, Lula". Em 2001 vimos "Fora FHC", assim mesmo, coisa de gente que não sabe escrever, que não foi à esola.
O que se ouviu até agora, de boca de aliado, foi "Fora, Zé".
E não é que o Zé caiu fora mesmo?
Presidente LulaÉ gente aliada acusando petista e gente aliada. Tudo em família, uma grande família ... de trapalhões.
As elites, que cresceram em número no Governo Lula, elites nas quais estão banqueiros que nunca ganharam tanto dinhgeiro como nos últimos 2 anos, estão quietinhas.
Penso que Lula e sua turma sabem, em sã consciência, que não há tentativa nenhuma de golpe, pelo menos aqui no Brasil, pelo menos contra ele.
Mas será que Lula e sua turma acreditam, de verdade, que o povo brasileiro vai nessa conversa "para fazer boi dormir"?



Escrito por Simão Pedro às 11h08
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Brasileiro lê pouco, mas usa rádio, TV e Internet

Pesquisa atesta que brasileiros lêem pouco, mas usam rádio, TV e internet

Livro antigoOs brasileiros lêem pouco, mas utilizam muito o rádiorádio, a TV e a internet. A conclusão é de uma pesquisa da consultoria americana NOP World, com sede em Nova York. Cerca de 30 mil pessoas de 30 países foram entrevistadas entre dezembro de 2004 a fevereiro de 2005.
Em média, a população brasileira lê durante 5,2 horas por semana. O país ocupa o 27º lugar em um ranking liderado pela Índia.
Quando são comparadas as horas dedicadas a ouvir rádio, entretanto, os brasileiros ficam em 2º lugar --passam 17,2 horas semanais sintonizados, em média. Neste quesito, os argentinos lideram, com uma média de 20,8 horas.
TVEm média, 18,4 horas semanais são gastas pelos brasileiros diante da televisão, segundo a pesquisa. O número levou o Brasil à 8ª colocação do ranking liderado, respectivamente, pelos tailandeses, com 22,4 horas; filipinos, com 21; egípcios, com 20,9; turcos, 20,2; indonésios, com 19,7; americanos, com 19; e taiwaneses, com 18,9.
dock with notebookOs internautas brasileiros ocupam o 9º lugar por ficarem em média 10,5 horas online, tratando de assuntos desvinculados do trabalho, ainda de acordo com a pesquisa. Taiwan, Tailândia, Espanha, Hungria e China, respectivamente, estão nos primeiros lugares.
Entrevistados que disseram não conectar-se à internet fora do trabalho foram excluídos do cálculo da média.

da BBC Brasil


 



Escrito por Simão Pedro às 10h41
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Felicidade é ...

Stephen KanitzO texto de Stephen Kanitz na Veja edição 1910, ano 38, nº 25, 22 de junho de 2005, página 24, deve ficar registrado.
O texto está também no site de Kanitz, em http://www.kanitz.com.br/veja/felicidade.asp.

Uma definição de felicidade

Todas as profissões têm sua visão do que é felicidade. Já li um economista defini-la como ganhar 20.000 dólares por ano, nem mais nem menos. Para os monges budistas, felicidade é a busca do desapego. Autores de livros de auto-ajuda definem felicidade como "estar bem consigo mesmo", "fazer o que se gosta" ou "ter coragem de sonhar alto". O conceito de felicidade que uso em meu dia-a-dia é difícil de explicar num artigo curto. Eu o aprendi nos livros de Edward De Bono, Mihaly Csikszentmihalyi e de outros nessa linha. A idéia é mais ou menos esta: todos nós temos desejos, ambições e desafios que podem ser definidos como o mundo que você quer abraçar. Ser rico, ser famoso, acabar com a miséria do mundo, casar-se com um príncipe encantado, jogar futebol, e assim por diante. Até aí, tudo bem. Imagine seus desejos como um balão inflável e que você está dentro dele. Você sempre poderá ser mais ou menos ambicioso inflando ou desinflando esse balão enorme que será seu mundo possível. É o mundo que você ainda não sabe dominar. Agora imagine um outro balão inflável dentro do seu mundo possível, e portanto bem menor, que representa a sua base. É o mundo que você já domina, que maneja de olhos fechados, graças aos seus conhecimentos, seu QI emocional e sua experiência. Felicidade nessa analogia seria a distância entre esses dois balões – o balão que você pretende dominar e o que você domina. Se a distância entre os dois for excessiva, você ficará frustrado, ansioso, mal-humorado e estressado. Se a distância for mínima, você ficará tranqüilo, calmo, mas logo entediado e sem espaço para crescer. Ser feliz é achar a distância certa entre o que se tem e o que se quer ter.

O primeiro passo é definir corretamente o tamanho de seu sonho, o tamanho de sua ambição. Essa história de que tudo é possível se você somente almejar alto é pura balela. Todos nós temos limitações e devemos sonhar de acordo com elas. Querer ser presidente da República é um sonho que você pode almejar quando virar governador ou senador, mas não no início de carreira. O segundo passo é saber exatamente seu nível de competências, sem arrogância nem enganos, tão comuns entre os intelectuais. O terceiro é encontrar o ponto de equilíbrio entre esses dois mundos. Saber administrar a distância entre seus desejos e suas competências é o grande segredo da vida. Escolha uma distância nem exagerada demais nem tacanha demais. Se sua ambição não for acompanhada da devida competência, você se frustrará. Esse é o erro de todos os jovens idealistas que querem mudar o mundo com o que aprenderam no primeiro ano de faculdade. Curiosamente, à medida que a distância entre seus sonhos e suas competências diminui pelo seu próprio sucesso, surge frustração, e não felicidade.

Quantos gerentes depois de promovidos sofrem da famosa "fossa do bem-sucedido", tão conhecida por administradores de recursos humanos? Quantos executivos bem-sucedidos são infelizes justamente porque "chegaram lá"? Pessoas pouco ambiciosas que procuram um emprego garantido logo ficam entediadas, estacionadas, frustradas e não terão a prometida felicidade. Essa definição explica por que a felicidade é tão efêmera. Ela é um processo, e não um lugar onde finalmente se faz nada. Fazer nada no paraíso não traz felicidade, apesar de ser o sonho de tantos brasileiros. Felicidade é uma desconfortável tensão entre suas ambições e competências. Se você estiver estressado, tente primeiro esvaziar seu balão de ambições para algo mais realista. Delegue, abra mão de algumas atribuições, diga não. Ou então encha mais seu balão de competências estudando, observando e aprendendo com os outros, todos os dias. Os velhos acham que é um fracasso abrir mão do espaço conquistado. Por isso, recusam ceder poder ou atribuições e acabam infelizes. Reduzir suas ambições à medida que você envelhece não é nenhuma derrota pessoal. Felicidade não é um estado alcançável, um nirvana, mas uma dinâmica contínua. É chegar lá, e não estar lá como muitos erroneamente pensam. Seja ambicioso dentro dos limites, estude e observe sempre, amplie seus sonhos quando puder, reduza suas ambições quando as circunstâncias exigirem. Mantenha sempre uma meta a lcançar em todas as etapas da vida e você será muito feliz.



Escrito por Simão Pedro às 20h27
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Afinal de contas, um culpado!

Arca de NoéNa Folha de São Paulo, hoje, Josias de Souza matou a charada do lamaçal que invade o Panalto Central.
ratoO culpado não é o usual mordomo. É Noé, que deixou o casal de ratos na sua arca.
A coluna de Josias de Souza está em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2606200523.htm

Escrito por Simão Pedro às 14h36
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Ainda na mesma

Adriano

Ontem, Adriano fez dois goals, sofreu penalti que Ronaldinho Gaúcho faturou, fez sua parte para que não houvesse a esperada - pelos tedescos, é claro - revanche de 2002.
Mas para mim, Adriano ainda é reserva da seleção brasileira.
Individualista, joga com um cabresto: a bola chegou, ele chuta, ainda que exista meia dúzia de adversários na frente. Parece que ele não os vè.
Ronaldo, Fenômeno, pode ficar de férias ainda. O lugar em 2006 é dele.
E se Adriano pode ser banco, Roque Júnior nem isso.

A foto é da Folha de São Paulo.



Escrito por Simão Pedro às 14h14
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