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Livro sobre TIC e desenvolvimento sustentável
A Universidade Carnegie Mellon abrigou, em junho/2003, um Workshop do Banco Mundial sobre TIC e desenvolvimento de profissionais de todo o mundo. Esse workshop foi seguido de outro, realizado em janeiro/2004 em Bangalore, sobre TIC e desenvolvimento sustentável. Os resultados desses workshops estão, em parte, no livro "Information and Communications Technology for Sustainable Development: Defining a Global Research Agenda". O livro, organizado por Rahul Tongia, Eswaran Subrahmanian e V. S.Arunachala e editado, agora em 2005, pela Allied Publishers, Bangalore, está disponivel para download gratuito - desde que para uso educacional e sem fins lucrativos e mediante citação - em: http://www.cs.cmu.edu/~rtongia/ict4sd_book.htm.
Escrito por Simão Pedro às 14h09
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Blogs como ferramentas pedagógicas
Este é o título da matéria destaque de agosto do Informativo de Educação a Distância do SENAC de São Paulo, disponível em http://www.ead.sp.senac.br/newsletter/agosto05/destaque/destaque.htm.
A imagem é do artigo.
Escrito por Simão Pedro às 19h12
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O novo Jânio
 Lula disse que não será Getúlio, nem Jânio ou Jango.
Mas quando afirma que foi traído mas não diz por quem, diz que estão tramando sua derrubada mas não dá nomes aos bois, só fica faltando dizer que são forças ocultas que agem contra ele. E, mesmo que não queira, acaba sendo o nosso novo Jânio.
Escrito por Simão Pedro às 18h10
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Vencer, vencer, vencer

Vencer, vencer, vencer. Isso é prá nós o ideal. Na última rodada do 1o turno do Brasileirão, o Galo contava 13 pontos. Dizem que se safa do rebaixamento, com certeza, quem tiver 48 pontos. Portanto, precisávamos de 35 pontos em 22 partidas. Encerrado o 1o turno e completada a 1a. rodada do 2o turno, o Galo tem 19 pontos. De 22o lugar chegou a 20o. Das 13 partidas que precisamos ganhar, duas já estão no papo. Ainda que ganhemos no domingo permaneceremos na zona de rebaixamento. Mas se derrotarmos a Ponte, aqui no Mineirão, já teremos conseguido 3 das 12 vitórias que precisamos para não passar susto de novo, como em 2004. E, com fé em Deus, que criou o dia [branco] e em seguida separou as traves [preto], chegaremos lá.
Escrito por Simão Pedro às 10h50
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O siléncio dos coniventes
O silêncio praticado e propugnado por Marilena Chauí é o dos intelectuais petistas que viram seu partido e o seu governo pegos com a "mão na cumbuca". Se o PT ainda fosse oposição, esses mesmos intelectuais que agora se silenciam estariam, histéricos, gritando por prisões, cassações e até impeachament. Estariam nas ruas, chamando junto os "cara-pintada". Hoje se reunem em ambientes fechados. Enquanto isso, a UNE chapa-branca, incapaz também de se posicionar contra a indecência quando ela é praticada pela esquerda, leva às ruas os "cara-pálida".
Aos intelectuais petistas só resta, nessa crise, ficar em silêncio para não complicar ainda mais os líderes de seu partido. Quebrado o encanto, visto que alguns petistas são tão indecentes quanto outros políticos, os intelectuais de esquerda nada falam, nada denunciam, nada cobram. Temos então o silêncio dos coniventes. A outra opção que restaria aos intelectuais de esquerda seria ficarem a dizer "Não sei", "Não ouvi", "Não conheço" ou "Não condiz com a verdade". Mas essas frases o povo já cansou de ouvir nas CPI.
Escrito por Simão Pedro às 14h59
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Intelectuais, é melhor o silêncio
Do cientista político Wanderley Guilherme dos Santos, em entrevista à Folha no domingo passado:
"A análise deles [os intelectuais diante da crise] é primária, são incompetentes. A maioria dos intelectuais que se manifestaram foi de uma pobreza franciscana. Não sabem o que está acontecendo e ficam dizendo bobagens. Se você prestar atenção, os intelectuais que falam sobre política só têm opinião do senso comum."
Escrito por Simão Pedro às 07h17
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O anti-Lula
 Na entrevista coletiva que concedeu ontem, o ministro Antonio Palocci foi o contrário do que tem sido Lula nessa grave crise política pela qual estamos passando, provocada por petistas sedentos de poder e sem quaisquer limites, inclusive de ordem ética. Quando viu seu nome envolvido em denúncias de corrupção, Palocci não se escondeu atrás de notas oficiais, enfrentou a imprensa de peito aberto, não a acusou - e nem às elites - pela crise atual. O Ministro não se colocou como traído por pessoas próximas, numa estratégia de defesa que seria pífia. Palocci foi além, descartando orquestrações políticas contra o governo do qual é parte. Também não sugeriu que deve ser engolido pelo povo e principalmente pelo mercado. Aliás, se colocou como alguém perfeitamente substituível. Penso que sendo o anti-Lula, Palocci complicou bastante o seu chefe. E, nas entrelinhas, "se cacifou" como candidato do PT no caso de Lula não ter condição de buscar a reeleição. A semana começa mais complicada para o companheiro presidente.
E é mais um companheiro a pedra no seu caminho.
Escrito por Simão Pedro às 08h18
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A trlha sonora vai sendo completada
Continuo a montar a trilha sonora do filme "Uma estrela - vermelha - que cai". Depois é vender CD, que nem novela. O filme seria para contar ascensão e queda de um partido que, assim pensavam seus filiados, colecionava toda a pureza de um mundo que se revelava cada vez mais imundo. As notícias de uma lista de parlamentares, de alguma forma ligados ao "partido dos inocentes", que freqüentavam festas onde estavam garotas agenciadas por uma "promotora de eventos" [Alô Zé Simão, tucanaram a cafetina] e pagas pelo credor e avaliador do PT me sugerem mais uma música. Penso que devo incluir na trilha Latino, com sua Festa no Meu Apê. É aquela música que fala que vai rolar "bundalelê". Acho também que essa música corre o risco de ficar conhecida como "Melô do Surubão". Surubão que também é conhecido como PuTaria.
Escrito por Simão Pedro às 20h24
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Ainda sofrendo
No final das contas não é consolo. Mas o Galo acabou como penúltimo colocado o primeiro turno do Brasileirão 2005. Ou como 2o colocado na luta pela série B. Venceu bem na 1a rodada; venceu apertado na última rodada, a 21a. Entre aquela vitória e a a de ontem apenas duas outras. Só resta esperar que, algumas rodadas mais, essa fase desastrada fique apenas na lembrança. Na quarta-feira é que poderemos ter uma idéia do que virá. Teremos o Figueirense, aquele que goleamos na 1a rodada. Mas o jogo será em Florianópolis. E que Deus nos ajude. Amém.
Escrito por Simão Pedro às 20h07
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