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Pessoas que arriscam
"I want to define educational technologists or educators that are willing to use technology in their classrooms as “risk-takers” or “innovators.” These are people who are willing to try something new without worrying if it will be a success or failure. They derive pleasure from playing with both new and old ideas and employing them in a variety of ways. These people are natural problem solvers. They do puzzles for fun in their spare time."
Christopher D. Sessums Weblog: Innovation and risk-taking http://elgg.net/csessums/weblog/4147.html
Escrito por Simão Pedro às 21h07
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Será o laptop de US$ 100 um vaporware?
O laptop de US$ 100, do MIT, que tanto interesse vem despertando em governos de países em desenvolvimento, inclusive o brasileiro, já provoca celeumas lá fora. Por alguns está sendo chamado de vaporware. Vaporware [ou vapourware], segundo a Wikipedia [http://en.wikipedia.org/wiki/Vaporware] é o software ou hardware que é anunciado pelo seu desenvolvedor bem antes de seu lançamento, mas que acaba não surgindo ou não sendo o que se anunciava. O termo implica em decepção ou, pelo menos, em um grau negligente de otimismo. O artigo "The $100 Laptop: Manna-vaporware", que está no site do FLOSSE [Free, Libre And Open Source Software in Education], deve ser lido com atenção. Esse artigo está traduzido para o espanhol no blog de Caro Botero, em http://www.karisma.org.co/carobotero/?p=21. Na próxima semana estarei, em São Paulo, na USP, participando, como convidado do MEC/SEED, da reunião do Grupo de Trabalho Pedagógico do projeto "Um computador por aluno". Esse é o projeto que está sendo gestado pelo Governo Federal para acelerar a inclusão digital e a utilização de tecnologias no processo de aprendizagem da educação pública. A idéia é comprar o laptop de US$ 100 e distribuir entre alunos de escolas públicas. O MEC espera que o grupo debata, em São Paulo, abordagens pedagógicas, metodologias, conteúdos e opções de usabilidade intensiva das TIC na educação. Os resultados dos dois dias de debate subsidiarão a elaboração do projeto.
Escrito por Simão Pedro às 15h15
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Flash for Linux
Para usuários do Linux, existe um software "Macromedia Flash almost like" é o
F4L - Flash for Linux, que é gratuito. Está disponível em http://sourceforge.net/project/showfiles.php?group_id=87799
.
Agora é achar um semelhante para Windows.

Escrito por Simão Pedro às 10h53
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Um computador por aluno
Hoje recebi esse convite. Nos dias 14 e 15 estarei em SP. De lá enviarei informações.

Escrito por Simão Pedro às 18h21
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Avaliação
Muito bom o editorial da Folha de São Paulo de hoje. Penso que, enquanto não trabalharmos na educação com o trinômio da saúde [avaliação - prognóstico - terapêutica], de nada adiantarão os exames, sejam provões, SINAES, ENAES, ENEM, SAEB ou qualque outra sigla que arrumem [aliás os nossos burocratas são muito bons nisso]. Avaliação só serve para buscar indicadores do que não está bem, na perspectiva de fazer com que melhore. E se nada se faz, se nada acontece, de nada adianta fazer avaliação. É apenas dinheiro público jogado fora, gasto para nos dizer o que já sabemos há muito [e que não muda, porque nada é feito para mudar as coisas]: a educação brasileira vai mal e, pelo que parece, de mal a pior.
AVALIAÇÃO PELA METADE
Embora tenha havido progressos consideráveis nos sistemas de avaliação do ensino ministrado no Brasil, ainda falta muito para torná-los realmente eficazes como instrumentos de aprimoramento da educação. Os exames atualmente cumprem apenas o papel de mapear os problemas da área, mas poderiam ter uma função mais ampla e produtiva se estivessem inscritos num sistema de cobrança de resultados das escolas avaliadas. Nesse sentido, são procedentes as críticas de Eduardo Carvalho de Andrade, pesquisador da área de educação, ao sistema de avaliação do ensino básico no Brasil. Em entrevista publicada ontem por esta Folha, ele considera que os exames aplicados aos alunos da rede básica deveriam ser acompanhados de uma política de incentivos e punições para estimular instituições mais problemáticas a superar suas deficiências. A proposta procede. A mera instituição dos exames não é suficiente para incentivar alunos, professores e diretores de escolas a mudar. É muito mais razoável supor que os exames ganhariam em eficácia se estivessem associados a um sistema de cobranças e estímulos. É o que acontece, por exemplo, nos EUA, onde as instituições mal avaliadas precisam apresentar planos para melhorar seu desempenho nos exames nacionais. Além disso, há prêmios para as escolas mais bem-sucedidas e a perspectiva de fechamento daquelas que não conseguem atender aos padrões mínimos. Outro aspecto relevante, que o Ministério da Educação inexplicavelmente não cumpre, é a divulgação completa dos resultados. Se foi elogiável a implementação desse tipo de prova pelo governo anterior, é preciso agora dar um novo passo. Aferir o desempenho das instituições não é um fim em si mesmo, mas um meio para tomar medidas que estimulem a busca da qualidade.
Escrito por Simão Pedro às 13h45
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Escolas, problemas aqui e além-mar.
O Caderno Sinapse,
da Folha de São Paulo, deixou de circular na última terça-feira. Só
resta lamentar. E no último Sinapse, um artigo de José Pacheco, da
Escola da Ponte [http://www.eb1-ponte-n1.rcts.pt/], em Portugal, especial
para a Folha, que vale a pena ser lido. Retirei os trechos que mais
chamaram a minha atenção.
"Se comparadas ao Brasil, as escolas européias dispõem de melhores
recursos. Porém, acumulam-se as teses sobre o mal-estar docente, sem que se
vislumbre a cura para a maleita dos professores. As escolas do "primeiro mundo"
converteram-se ao mundo digital, mas mantêm e reforçam práticas de ensino
obsoletas. Os excelentes profissionais que elas albergam possuem saberes
suficientes para romper o círculo vicioso do insucesso, mas o insucesso
mantém-se e prospera. [...] Um dos obstáculos à mudança nas escolas é o
predomínio de uma cultura pessoal e profissional dos professores, que os convida
à acomodação. Essa cultura é reforçada pela formação que se vai fazendo. O modo
como os professores aprendem é o mesmo com que ensinam."
Escrito por Simão Pedro às 12h10
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